Notícias

  • Deixe aqui sua opinião na Avaliação Institucional promovida pela Comissão Própria de Avaliação!

    EI, VOCÊ AÍ! NÃO ESQUEÇA DE DEIXAR SUA OPINIÃO PARA A CPA!

    A Comissão Própria de Avaliação do UniBagozzi convida você a deixar sua opinião para avaliarmos a instituição como um todo.

    A avaliação é rápida, objetiva e será feita via questionário do Google Forms.

    Deixe sua opinião até o dia 30 de setembro!

    https://forms.gle/GZZxN8x1dsGYZraN8

    Contamos com a colaboração de todos!

  • A Comissão Própria de Avaliação convida você para participar da Avaliação Institucional!

    CHEGOU A HORA DE OPINAR! A Comissão Própria de Avaliação do UniBagozzi convida você para avaliar a instituição como um todo. A avaliação é rápida, objetiva e será feita via questionário do Google Forms. Deixe aqui sua opinião! https://forms.gle/GZZxN8x1dsGYZraN8 Não perca o prazo! De 19 a 30 de setembro. Contamos com a colaboração de todos!    
  • Setembro Amarelo: Você não está sozinha/o/e!

    Setembro Amarelo: Você não está sozinha/o/e A campanha Setembro Amarelo iniciou, em 2015 no Brasil, com o intuito de gerar consciência sobre a prevenção ao suicídio, cujo dia mundial é 10 de setembro (desde 2003). Ao manter como mote movimentos de “Todos pela Vida” e de que “Falar é a Melhor Solução”, a proposta é promover conhecimento sobre sofrimento psíquico e as formas de tratamento existentes, desmistificando a relação da saúde mental como fenômeno individual e estigmatizado.   Sem saúde mental não há saúde, e como um fenômeno multideterminado, deve-se considerar os diversos fatores que incidem sobre a produção de adoecimentos. Além de questões constitutivas de ordem física (como alterações em padrões de funcionamento neuroquímicos), questões sociais atuam sobremaneira na relação sobre o valor da vida e a possibilidade de gestão das dimensões que qualificam nossas vidas. Questões econômicas, de limitação de acesso a direitos, a serviços e bens, vivências de desrespeito, violência, discriminação, descrença, fragmentação entre as vidas pessoal e do trabalho são algumas fontes de geração de sofrimento.   Este panorama tanto incide sobre a população em geral, como também se evidencia entre os universitários. Pesquisa realizada em 2021 (Global StudentSurvey, realizada pela Chegg.org, organização sem fins lucrativos ligada à Chegg, empresa de tecnologia educacional norte-americana), com 16,8 mil estudantes de 18 a 21 anos, apontou impactos sobre sua saúde mental na pandemia. O Brasil destacou-se entre os índices de país com aumento expressivo de relato de estresse e ansiedade (87%), sendo que apenas 21% havia buscado auxílio profissional e ainda 17% apontado manter pensamentos suicidas.   Além da pandemia, a qual, pelo isolamento social e pela insegurança em relação à saúde, já ter sido gerador de alterações na qualidade da saúde mental, a incerteza sobre o futuro, também num país assolado por crises econômicas, déficits de oportunidade de emprego, acirramentos das desigualdades sociais, são justificativas bem plausíveis para presença de sintomas que denotam a fragilidade dos laços sociais e da garantia de vida. O Brasil, em uma lista de 21 países, lidera o ranking de declarações entre os jovens sobre os impactos em sua saúde mental. Os impactos econômicos sobre a sobrevivência básica, manutenção das oportunidades educacionais e redução de investimento e acesso a políticas públicas, a exemplo da área de saúde, são determinantes sociais que justificam a desesperança, inclusive no futuro do país, e, portanto, do seu.   Como resposta ao desalento e aos altos índices de experiências declaradas estressoras e ansiogênicas, há que se incentivar a criação de fatores protetivos da saúde mental. Dentre elas está: o conhecimento sobre os fenômenos e as multideterminações que incidem sobre a saúde; a identificação e o acesso a serviços de atenção em saúde mental (serviços públicos na atenção primária em saúde, assim como em serviços escolas das faculdades de Psicologia e Medicina, serviços de escuta e acolhimento voluntariado como o CVV – Centro de Valorização da Vida, entre outros); mobilização e participação política na garantia de direitos fundamentais da vida; e criação de redes de apoio, familiar e comunitária, de modo a sustentar a partilha e o acolhimento de situações que assolam muitas pessoas.   Por isso, ao afirmarmos que você não está sozinha/o/e, isto tanto serve para condição comum das determinações sócio-político-econômicas que participam de nossas vidas, como de compreender que questões de saúde mental permeiam também a existência de todos, como também na condução de medidas/saídas coletivas, de apoio e sustentação social para criação de superação e acolhimento.    
  • Programa de Nivelamento iniciará suas atividades na próxima semana. Confira a lista de inscritos!

    No próximo sábado (03/09), iniciam os 7 cursos de Nivelamento previstos para este 2º semestre de 2022. Nesta edição do Programa de Nivelamento do UniBagozzi, estão inscritos 151 participantes, entre estudantes e pessoas da comunidade. As atividades precisam ser realizadas no período de 03 de setembro a 13 de novembro. Confira a lista dos inscritos e as informações de acesso ao ambiente de aprendizagem: PROGRAMA DE NIVELAMENTO  
  • Comissão Própria de Avaliação (CPA) prepara os últimos ajustes para a Avaliação Institucional. Confira!

    Nesta terça-feira (30/08), a Comissão Própria de Avaliação (CPA) do UniBagozzi se reuniu para os últimos preparativos da Avaliação Institucional que acontecerá no próximo mês. Foram discutidos assuntos como a comunicação que será feita para a comunidade acadêmica e seus objetivos, além da estratégia de aplicação da pesquisa.    
  • Coordenadora e representantes de turma do curso de Serviço planejam atividades do próximo semestre. Confira!

    Nesta segunda-feira (29/08), a coordenadora do curso de Serviço Social, Profª Gilceia Santos, e as representantes de turma do curso, Eloize Rodrigues, Alessandra Franco (2º Período), Ana Carolina Crozeta (4º Período) e Kelly Lara, Leila Milek (7º Período), reuniram-se para definir as atividades do próximo semestre.
  • Coordenadora do curso de Serviço Social visita associação conveniada. Confira!

    No último sábado (27/08), a coordenadora do curso de Serviço Social, Profª. Gilcéia Santos, visitou a Associação Vovô Vitorino que está localizada no bairro Tatuquara em Curitiba. A coordenadora representou o Centro Universitário UniBagozzi que mantêm convênio com a instituição e que recebe os estagiários do curso de Graduação em Serviço Social. O UniBagozzi foi recepcionado pela assistente social Maria Julia Xavier, e as alunas/estagiárias Kelly Lara, Edna Pereira e Simone Rodrigues. Além das trocas da academia com o campo de estágio, em relação as condições éticas e técnicas para o exercício profissional, foi possível conhecer de perto os projetos sociais que são executados junto a comunidade.
  • “Agosto Lilás”: campanha pelo fim da violência contra mulher. Saiba mais!

    “Agosto Lilás”: campanha pelo fim da violência contra mulher A Lei Maria da Penha, instituída pela Lei nº 11.340 (de 07 de agosto de 2006), em 2022 completou 16 anos e, apesar dos avanços na elaboração de dispositivos de defesa da mulher, mantém-se atual na urgência sobre a sensibilização e conscientização pelo fim da violência contra mulher. A campanha “Agosto Lilás” foi idealizada pela Subsecretaria de Políticas Públicas para Mulheres (SPPM) em 2016 para comemorar os 10 anos da Lei Maria da Penha. A campanha, agora endossada pelo Congresso Nacional, continua a marcar a necessidade sobre ações educativas que contribuam para mudança no triste cenário da violência doméstica e familiar contra a mulher, divulgando os serviços especializados da rede de atendimento à mulher em situação de violência, como os mecanismos de denúncia. Anualmente o Fórum Brasileiro de Segurança Pública realiza pesquisa juntos aos órgãos públicos de segurança, utilizando dados oficiais para compor o Anuário Brasileiro de Segurança Pública (disponível em: https://assets-dossies-ipg-v2.nyc3.digitaloceanspaces.com/sites/3/2022/06/anurio-2022.pdf ); os dados referentes a 2021 foram divulgados em julho deste ano. Em relação à violência contra as mulheres, os registros referem-se a mortes violentas, estupros e tentativas de estupro. Em 2021 houve crescimento de 0,6% de agressões por violência física (total de registros de 230.861), aumento de ameaças em 3,3% (totalizando 597.623 registros) e aumento de 4% de chamados pelo 190 (representando 619.353 ligações). Já em medidas de proteção foram expedidas 370.209, o que representa aumento de 13,6%. Entre as vítimas de feminicídio, 1341 vítimas, mais de 68% tinham entre 18 e 44 anos, sendo que mais de 65% morreram dentro de casa e 62% das vítimas eram mulheres negras. Dos autores, mais de 81% eram companheiro ou ex-companheiro da vítima, e outros 14,4% mantinham outra forma de parentesco. Sobre estupro, houve aumento de 4,2%, sendo mais de ¾ pessoas vulneráveis, incapazes de consentimento (mais de 61% tinham menos de 13 anos) e em quase 80% dos registros, o autor era conhecido da vítima. Essa realidade justifica a necessidade de manutenção das campanhas de sensibilização e conscientização sobre a Lei Maria da Penha e o combate à violência de gênero. Assim, a campanha agosto lilás, com o tema “Um instrumento de luta por uma vida livre de violência” é endossado também pela ONU Mulheres (Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e Empoderamento da Mulher), enfatizando os pactos de: Igualdade de gênero, pelo qual sustenta incentivo ao empoderamento de todas as mulheres e meninas; assim como o de Paz, justiça e instituições eficazes, cujas ações devem promover sociedade pacífica e inclusiva para o desenvolvimento sustentável, e proporcionar acesso à justiça para todos. A promoção da cultura da paz depende do incentivo ao respeito às mulheres, aos seus direitos, tendo a Educação, segundo Maria da Penha, papel essencial na condução de mudanças. Importante presentificar o compromisso educativo em todos os níveis de ensino, tanto na educação formal, como também espaços não formais e informais da sociedade. Portanto, participam da formação profissional, na área da educação, do direito, da psicologia, do serviço social, dos profissionais da saúde em geral, os fundamentos sobre direitos humanos, promoção da vida e de condições mais digna para todes, resguardando a diversidade e especificidade dos públicos mais vulnerabilizados, a exemplo das mulheres. Informe-se, participe, acolha, denuncie! É seu papel também mudar este cenário de violência, é sua responsabilidade educar para paz!  
  • Participe da 6ª Videoconferência da Rede Internacional de Filosofia Ecológica Integral!

    Neste sábado (27/08), às 10h, ocorrerá a  6ª Videoconferência da Rede Internacional de Filosofia Ecológica Integral, do ano de 2022. O conferencista e ativista ambiental, Geraldo Silva Jardim, discutirá sobre: "A Integração necessária entre Indivíduo, Natureza, Sistema Social e seus obstáculos". O UniBagozzi como um dos apoiadores deste evento, convida a comunidade acadêmica para participar do bate-papo. Clique no link e participe! http://meet.google.com/egf-mbdg-kkv
  • Direção do UniBagozzi reuniu-se com o Conselho de Segurança do bairro Portão. Confira!

    Cidadania, integração e cooperação para aprimorar a segurança no bairro Portão. Esses foram alguns dos temas discutidos em reunião promovida pelo UniBagozzi com representantes do Conselho de Segurança do bairro Portão, da Polícia Militar do Paraná, da Administração Regional da Prefeitura de Curitiba e da direção geral da universidade. Dentre os resultados do encontro, foram analisadas iniciativas a serem articuladas para proporcionar melhorias de segurança ao bairro Portão. Além disso, foram propostas ações educativas a serem realizadas no UniBagozzi e que alcancem toda a comunidade da região. Estiveram presentes o Capitão Holler da PM do Paraná, Doroti Valeixo, Mari Berkenbrock e Luiz Beraldi, membros civis do Conseg, Gerson Gunha e Silvio Teixeira da Administração Regional da Prefeitura de Curitiba, e Marcos Custódio e Rodrigo Coelho do UniBagozzi.
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